Biblioteca

Aqui você encontra relatórios, ebooks e manuais de boas práticas para evitar a desinformação e o discurso de ódio em diferentes setores!

Ebooks, relatórios e manuais

Na Biblioteca do Sleeping Giants Brasil, você encontrará uma coleção de relatórios, notas técnicas e pesquisas desenvolvidas pelo nosso time. Esses materiais são fundamentais para entender como combater a desinformação, um desafio crescente em nosso país.

Nosso objetivo é contribuir com o combate à desinformação no Brasil, fornecendo informações confiáveis e análises aprofundadas sobre temas que estão no escopo de atuação da organização. Dentre esses temas, destacam-se a desinformação e o discurso de ódio, a defesa da democracia e das instituições brasileiras, os direitos humanos e a proteção de grupos minoritários, a regulação de plataformas, bem como questões relacionadas à ciência, saúde e meio ambiente. Explore nossos arquivos e descubra como podemos combater a desinformação.

Contribuições ao TSE - Consultas Públicas sobre as Minutas das Resoluções para as Eleições Gerais de 2026

Este documento detalha as contribuições do Sleeping Giants Brasil (SGBR) submetidas ao TSE para as resoluções das Eleições Gerais de 2026. Propõe-se proibir o impulsionamento pago de propaganda negativa, vetar “campeonatos de cortes” e tornar obrigatória a rotulagem de conteúdos gerados por Inteligência Artificial. Por fim, defende mecanismos de enforement, como multas diárias, para garantir que as plataformas cumpram seus deveres de transparência.

[Art. 19 do MCI] Sleeping Giants pede esclarecimentos ao STF sobre julgamento

O Sleeping Giants Brasil apresentou Embargos de Declaração ao STF pedindo esclarecimentos sobre pontos obscuros da decisão do Tema 987, que redefine a responsabilidade de plataformas digitais. O movimento busca garantir parâmetros claros para a proteção de consumidores, transparência publicitária e atuação coordenada entre os poderes públicos.

Manifestação Técnica do Sleeping Giants Brasil no Caso Google News – CADE

O Sleeping Giants Brasil apresenta ao CADE uma análise técnica sobre como a integração entre Google Search, publicidade digital, coleta massiva de dados e ferramentas de IA generativa — como o AI Overview — reforça a posição dominante da empresa e afeta diretamente a visibilidade, o tráfego e a sustentabilidade econômica do jornalismo profissional. A contribuição demonstra que o problema concorrencial decorre de um ecossistema verticalizado e opaco que concentra receita, atenção e informação, criando barreiras significativas à entrada e reduzindo a contestabilidade do mercado. Diante disso, o SGBR defende a conversão do inquérito em processo administrativo.

Pesquisa - Publicidade e desinformação

O relatório produzido pelo Sleeping Giants Brasil e ThinkAds apresenta uma pesquisa sobre como consumidores da esquerda progressista enxergam a responsabilidade social das marcas diante da desinformação no ambiente digital. Realizada entre setembro e dezembro de 2024, com 466 participantes de alta escolaridade, a pesquisa revelou que 89,2% dos respondentes afirmam encontrar frequentemente conteúdos desinformativos em mídias digitais. A maioria (63,4%) acredita que as marcas podem controlar onde seus anúncios são veiculados, e 80,5% consideram que elas têm responsabilidade quando sua publicidade aparece ao lado de discurso de ódio ou desinformação. Esse impacto se reflete diretamente no consumo: 78% dos entrevistados deixam de se identificar com marcas associadas a esses conteúdos, e 73,1% afirmam que deixariam de comprar seus produtos nessas situações, sendo que 88,2% já abandonaram algum consumo por essa razão. Além disso, 85% defendem que marcas devem agir de forma proativa no combate à desinformação e ao ódio, e 87,7% rejeitam que se vinculem a figuras públicas conhecidas por difundir esse tipo de conteúdo. O estudo evidencia, assim, que valores éticos, responsabilidade social e compromisso com um ambiente digital confiável são centrais para a relação entre marcas e consumidores desse perfil político-ideológico.

Nota Técnica Enfrentamento Violência LGBTfóbica MDHC

Elaboramos nota técnica com diretrizes ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania para enfrentar a lgbtfobia no ambiente digital. O documento alerta sobre o modelo de negócio das plataformas, que monetiza o discurso de ódio, e propõe ações intersetoriais em regulação, transparência publicitária, responsabilização jurídica e fortalecimento da governança ESG.

Subsídios da AGU – Resposta às mudanças da Meta

O Sleeping Giants Brasil, alinhado à importância de promover o debate técnico sobre as políticas de moderação de conteúdo no Brasil – e em linha com as contribuições já apresentadas no âmbito da Audiência Pública ocorrida em 22 de janeiro de 2025 – apresenta as seguintes contribuições, que destacam recomendações aplicáveis especialmente à Administração Pública, visando fortalecer a proteção de direitos fundamentais e a sustentabilidade democrática no ambiente digital.

Dossiê Big Techs (SGBR + Avaaz + Quid)

SLEEPING GIANTS BRASIL, PROJETO BRIEF E AVAAZ lançaram o “Dossiê das Big Techs” com evidências contundentes sobre práticas abusivas e negligências de empresas como Meta, Google, TikTok e X. O documento reúne estudos, investigações e ações judiciais que revelam violações à privacidade, estímulo a comportamentos nocivos, interferências políticas e lucro com desinformação. A organização defende uma regulação urgente e robusta para proteger direitos, democracia e soberania informacional no Brasil.

Mercados Digitais – Sistemas Operacionais (Contribuição ao CADE)

Apresentamos contribuição à Audiência Pública do CADE sobre concorrência em ecossistemas digitais, expondo como a dominância do Android/Google impacta o mercado de publicidade digital. O documento alerta para barreiras de entrada, efeitos de rede e práticas anticompetitivas que comprometem a livre concorrência e a soberania informacional brasileira, propondo regulação ex-ante para restaurar equilíbrio no setor.

Tema 987 - Amicus Curae

Petição requerendo a habilitação do Sleeping Giants Brasil como amicus curiae no RE 1.037.396 (Tema 987) no STF, defendendo a interpretação conforme e a constitucionalidade parcial do art. 19 do Marco Civil da Internet para remoção de conteúdo orgânico somente após ordem judicial. O documento diferencia ainda conteúdo pago de curadoria algorítmica e reforça a necessidade de que exista uma gradação da responsabilidade dos provedores de acordo com o papel que desempenham, sempre observando o equilíbrio entre liberdade de expressão e responsabilidade das plataformas.

Conteúdos extremos: Twitter

Esse relatório faz um levantamento descritivo e analítico sobre as sub comunidades do Twitter, que são espécies de bolhas de temas específicos (transtorno alimentar, automutilação, cleptomania, gore, abslove e abshate) onde usuários trocam conteúdos proibidos.
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