Somos mais de um milhão de vozes.
Acreditamos que a tecnologia deve estar a serviço das pessoas — e não o contrário.
Por isso, enfrentamos a desinformação, o discurso de ódio e os abusos de poder no ambiente digital. Investigamos, mobilizamos, desenvolvemos tecnologia e atuamos junto às instituições para construir uma internet mais transparente, responsável e democrática.
Não é sobre ideologia. É sobre democracia.
A internet que queremos começa por três princípios.
Tecnologia não é neutra. As decisões tomadas por plataformas, anunciantes, governos e empresas têm consequências para a vida das pessoas. Nossa atuação parte de três compromissos que orientam tudo o que fazemos.
Integridade da informação
Informação de qualidade é essencial para uma sociedade livre. Investigamos como a desinformação circula, quem lucra com ela e quais estruturas permitem sua amplificação. Produzimos pesquisas e evidências e desenvolvemos soluções tecnológicas para tornar o ecossistema digital e a publicidade online mais transparentes.
Democracia
Democracia não acontece apenas nas urnas. Ela depende de instituições fortes, participação social, transparência e responsabilização. Atuamos no debate público, no Congresso, nos tribunais e em espaços institucionais para contribuir para regras que coloquem o poder das plataformas digitais sob escrutínio democrático.
Direitos humanos
O que acontece nas redes produz consequências fora delas. Discurso de ódio, discriminação e violência digital atingem pessoas reais. Transformamos pesquisa, comunicação e incidência em mobilização para defender direitos e ampliar a capacidade da sociedade de agir diante dos riscos do ambiente digital.
Da mobilização ao impacto.
Começamos perguntando às marcas se elas sabiam onde seus anúncios apareciam. A partir daí, transformamos mobilização digital em pressão econômica, pesquisa, tecnologia e incidência.
em publicidade desmonetizada/redirecionada
anunciantes alertados
anunciantes conscientizados
de ações de desmonetização bem-sucedidas
de seguidores nas redes
relatórios, notas técnicas e publicações
ações de litigância
de alcance nas redes em 6 anos
Valor de equivalência publicitária
Dados atualizados em 09/2026.
Três pessoas. Uma indignação que virou movimento.
O Sleeping Giants Brasil nasceu em 2020, quando três jovens decidiram transformar a indignação diante da desinformação e do discurso de ódio em ação coletiva.
Leonardo Leal
Fundador
Graduado em Direito pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), é um dos fundadores do SGBR.
Mayara Stelle
Fundadora e Diretora
Graduada em Direito pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), pós-graduanda em Liderança e Gestão (USP), é cofundadora e Diretora do SGBR.
Humberto Ribeiro
Fundador e Diretor
Advogado, mestrando em Direito e Tecnologia (UFMG) com MBA em Gestão de Projetos (USP), é cofundador e Diretor do SGBR. Atua como membro do Conselhão da Presidência da República (CDESS) e do Conselho Consultivo da Anatel, além de colunista da Mídia Ninja.
Independência também exige transparência.
Nossa atuação é acompanhada por profissionais independentes que contribuem para a fiscalização, a governança e as decisões estratégicas da organização.
Tulio Malaspina
Executivo do terceiro setor com mais de 18 anos de experiência em democracia, direitos humanos e tecnologia. Foi cofundador e diretor do Instituto Update, organização regional dedicada ao fortalecimento da democracia na América Latina, e tem ampla experiência em gestão e desenvolvimento de organizações sociais.
Marília Guarita
Jornalista e Educadora Física, com MBA em Gestão Estratégica de Negócios pela FGV e Mestre em Saúde e Sociedade pela Unifesp, foi Fundadora e Diretora Financeira do Instituto Procomum e hoje é Diretora de Programas do Instituto Incube.
Rose Marie Santini
Professora da Escola de Comunicação da UFRJ e fundadora/diretora do Netlab (Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais da UFRJ); pesquisa desinformação, propaganda computacional e algoritmos de recomendação, e é autora de “O Algoritmo do Gosto” (vols. 1 e 2).
Daniela da Silva
Jornalista e diretora executiva da CTRL+Z, organização que confronta o modelo de operação das big techs no Brasil; atuou quase uma década na Open Society Foundations e foi head de Políticas Públicas do WhatsApp na Meta antes de cofundar a CTRL+Z em 2025.
Igor Brito
Mestre em Direitos Fundamentais (FDV) e pós-graduado em Direito do Consumidor e Direito Penal Econômico (Universidade de Coimbra); é diretor executivo do Idec e professor de Direito do Consumidor e Empresarial no Centro Universitário IESB, em Brasília.
Elaine Silva
Administradora de empresas atuando em gestão, comunicação, impacto social e equidade racial; é CEO da Alma Preta/Notícia Preta, fundadora da Black Adnetwork, EMS Consultoria e Instituto Fala, e conselheira do CNPIR.
Por trás de cada campanha, pesquisa e ação existe uma equipe gigante.
Ana Cristina D'Angelo Braga
Coordenadora de Comunicação
Camila Bruna do Nascimento
Coordenadora do Jurídico
Claudio Spada Franchini
Designer
Elisa Lacerda Silva
Coordenadora de Pesquisa
Fabiana Montenegro Valente Valgas e Silva
Assistente do Jurídico
Gabriela Mehl Domingues Kucuruza
Pesquisadora
Giulya Castex dos Santos
Estagiária
Gleidistone Antonio da Silva
Redator
Humberto Ribeiro
Diretor Jurídico
Jonas Rodrigues Vieira
Designer
Luiz Felipe Kuczka
Social Media
Luiz Fernando Ribas
Gestão de Projetos
Maria Gabriele Breda
Coordenadora Financeira
Mariana Brasil Pinheiro de Oliveira
Gestora de Comunidades
Mayara Stelle
Diretora
Michele Magalhães de Menezes
Coordenadora Audiovisual
Nicollas Lirio Santos e Silva
Editor de Vídeos
Pedro Octavio Lima Branco
Social Media
Roberta Migueis Ferreira da Silva
Advogada
Roger Fabiano Santana Santos
Gestão Audiovisual
Começamos seguindo o dinheiro. Não paramos por aí.
Fundação e primeira campanha
Nascemos em maio de 2020, em meio à pandemia de Covid-19 e a uma onda de desinformação e discurso de ódio que já dominava as redes sociais brasileiras. Dias depois, lançamos nossa primeira campanha, expondo a publicidade do Banco do Brasil em um site de desinformação e levando o TCU a suspender a verba.
A mobilização ganhou escala
Lançamos a campanha #DesmonetizaSikeraJr (contra discursos LGBTfóbicos do apresentador Sikêra Jr.) e ajudamos o TSE a proibir propaganda eleitoral discriminatória contra candidaturas LGBT, pessoas com deficiência e minorias religiosas e étnicas.
Da mobilização para a incidência
Notificamos empresas como o Google e a gestora BlackRock, protocolamos nossa primeira representação eleitoral e nos afirmamos como um ator político com estratégia jurídica própria.
Governança e protagonismo regulatório
Lançamos a campanha #DesmonetizaJP, criamos o Conselho Fiscal e assumimos papel de destaque no debate pela Regulação de Plataformas no Brasil.
O SGBR chega ao Supremo
Fomos habilitados como amicus curiae nos Temas 987 e 837 do STF, protocolamos representação contra o Google no TRE e lançamos a campanha #DesmonetizaTwitter.
Cinco anos e uma organização mais forte
Celebramos cinco anos de SGBR e avançamos na institucionalização da organização, fortalecemos nossa governança, constituímos nosso Conselho Consultivo e tivemos a nomeação de um diretor para o CDESS e a Anatel.
Tecnologia, eleições e uma nova etapa
Estamos ampliando nossa atuação sobre inteligência artificial, publicidade digital, eleições e responsabilização de plataformas. Levamos contribuições técnicas a órgãos públicos e estamos avançando no desenvolvimento de soluções próprias de tecnologia e fortalecendo nossa capacidade de transformar pesquisa em ação pública.
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O próximo capítulo também pode ter a sua voz.
O Sleeping Giants Brasil é feito por quem acredita que a tecnologia pode — e deve — servir às pessoas.
Você pode fortalecer esse trabalho apoiando financeiramente, participando da nossa comunidade, acompanhando nossas ações ou levando nossas pesquisas e campanhas adiante.
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